O Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) orienta os eleitores a prepararem uma cola eleitoral em papel antes de sair de casa para votar neste domingo (4). A recomendação é anotar previamente os números dos candidatos, seguindo a ordem dos cargos que aparecerão na urna eletrônica.
A medida pode diminuir o tempo diante da urna, reduzir erros na digitação e ajudar a evitar filas. As Eleições Gerais de 2026 serão realizadas das 7h às 16h.
Para auxiliar os eleitores, a Justiça Eleitoral recebeu 40 mil colas eleitorais impressas, distribuídas nos cartórios eleitorais de Roraima. Nos municípios onde não há zona eleitoral, o material também será disponibilizado pelas equipes da Justiça Eleitoral.
Quem preferir pode baixar e imprimir o modelo disponível no site do TRE-RR. O uso do formulário oficial, porém, não é obrigatório: qualquer papel com os números dos candidatos pode ser utilizado como cola eleitoral.
Segundo o secretário de Tecnologia da Informação e Comunicação do TRE-RR, Paulo Cezar Rodrigues, o ideal é anotar os números exatamente na sequência em que os cargos serão apresentados.
“A cola de papel é sinônimo de votação rápida e de menos tempo na fila”, explicou.
Neste domingo, o eleitor deverá votar para seis cargos, incluindo duas escolhas para o Senado. A sequência na urna será:
- Deputado federal – quatro números;
- Deputado estadual – cinco números;
- Senador – primeira vaga – três números;
- Senador – segunda vaga – três números;
- Governador – dois números;
- Presidente da República – dois números.
Como são várias escolhas, a recomendação é conferir os números antes de chegar à seção eleitoral e preencher a cola seguindo essa mesma sequência.
Celular não pode entrar na cabine
A Justiça Eleitoral também alerta que celulares não poderão ser utilizados dentro da cabine de votação, mesmo que estejam desligados.
A proibição também alcança máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de radiocomunicação e outros dispositivos que possam comprometer o sigilo do voto.
Antes de se dirigir à urna, o eleitor deverá desligar o celular e deixá-lo, juntamente com os demais objetos proibidos, no local indicado pelos mesários. Os pertences serão devolvidos depois da votação.
A regra busca preservar o sigilo do voto. Fotografar ou filmar o próprio voto pode configurar crime de violação do sigilo, previsto no Código Eleitoral, com pena de até dois anos de detenção.
Por isso, quem precisar consultar os números de seus candidatos enquanto estiver diante da urna deverá recorrer à velha e eficiente cola de papel.



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